Hospede o servidor do Crunu no Google Cloud Run
Faça o deploy do seu servidor do Crunu no Google Cloud Run com Postgres no Cloud SQL ou no Neon, segredos no Secret Manager fixos por revisão e um só script.
- Compatibilidade
- Funciona com o Crunu hoje: o suporte a Google Cloud Run faz parte do produto.
- Recursos do Crunu
- Hospedagem própria
- Conferido
- Com o Crunu 6.0.0 em 28 de outubro de 2026
Recursos do Crunu que funcionam com Google Cloud Run
Cada recurso abaixo funciona do mesmo jeito em todas as integrações: o servidor guarda texto cifrado, e só as pessoas, máquinas e tokens que você autorizar conseguem descriptografar.
Hospedagem própria
Rode o mesmo servidor do Crunu no seu host Docker, no Cloudflare Workers, na Vercel ou no Google Cloud Run, e mude entre eles com um único arquivo.
Saiba mais
Como funciona com Google Cloud Run
Nesta página
O que o Crunu faz no Cloud Run
O Crunu roda na nuvem em app.crunu.com, então você não precisa de um servidor próprio para começar. Se a sua infraestrutura está no Google Cloud, o servidor do Crunu faz o deploy no Cloud Run com um script, guarda os segredos no Secret Manager e usa Postgres no Cloud SQL ou no Neon.
O servidor é cego no Cloud Run como em qualquer outro lugar: o banco de dados guarda texto cifrado, chaves públicas, documentos assinados e metadados, nunca uma chave que descriptografe um valor.
Deploy
Você precisa de Node.js 24, do gcloud com login feito, de um projeto com faturamento, de um banco de dados Postgres e de um arquivo .env criado pelo server-init. Os comandos rodam a partir do diretório do servidor do Crunu, onde ficam os scripts de deploy.
node scripts/server-init.mjs --origin https://vault.company.example --database-url env:DATABASE_URL
sh deploy/gcp/deploy.sh --project my-project --region europe-west1 --service vaultO script confere o .env, ativa as APIs do Cloud Run, do Artifact Registry e do Secret Manager, monta uma imagem linux/amd64 no Artifact Registry, guarda os segredos do servidor no Secret Manager e cria uma conta de serviço que só consegue ler esses segredos. Depois, faz o deploy do serviço.
- Segredos fixos por revisão. Uma nova versão de segredo só aparece quando um valor muda, e o serviço referencia os segredos pelo número da versão, não como
latest. Cada revisão mantém os valores com que foi publicada, então voltar o tráfego para uma revisão mais antiga traz de volta também os segredos dela. - Cloud SQL pelo socket. Use um endereço como
postgres://user:password@/database?host=/cloudsql/project:region:instance. O script vincula a instância ao serviço e dá à conta de serviço dele a função Cloud SQL Client. - Configurações mescladas. As variáveis de ambiente são mescladas, então os valores que você definiu à mão no serviço continuam. As variáveis que não estão mais no
.envsão listadas e só são removidas com--prune. - Endereços dos clientes. Por padrão, os clientes chegam direto ao serviço. Atrás do balanceador de carga externo do Google, faça o deploy com
--trust-proxy xff:2: o serviço passa a aceitar tráfego só do balanceador, e oPUBLIC_ORIGINprecisa ser o endereço do balanceador.
A limpeza só roda com tráfego
As máquinas que rodam o agente crunu consultam o servidor a cada minuto por padrão, então, com máquinas online, a limpeza roda junto, mais ou menos a cada 5 minutos.
Revisões antigas
O script de deploy não marca revisões com tags, então as mais antigas não têm endereço próprio. Se você marcou revisões à mão, remova essas tags, porque uma revisão antiga com tag funciona com o mesmo banco de dados e os mesmos segredos:
gcloud run services update-traffic <service> --region <region> --remove-tags <tag>Veja também
Dúvidas e respostas
Não encontrou a resposta? Escreva para support@crunu.com, e uma pessoa vai responder.
Onde ficam os segredos do servidor?
No Secret Manager, referenciados pelo número da versão, então voltar para uma revisão anterior traz de volta os segredos dela.
Por que alguns alertas chegam com atraso?
O Cloud Run dá CPU ao servidor principalmente durante as requisições, então a limpeza só roda quando há tráfego.
Ele pode ficar atrás do balanceador de carga do Google?
Sim. Faça o deploy com --trust-proxy xff:2 e use o endereço do balanceador como endereço do servidor.